Empresa de software lista tendências tecnológicas para 2016

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Empresa de software lista tendências tecnológicas para 2016

Publicado dia 05/02/2016

A Micro Focus, uma das 15 maiores empresas de software do mundo, preparou uma lista de tendências inovadoras para o mercado de tecnologia da informação. O levantamento faz parte de um serviço parar desvendar como as novas tendências podem se aliar às antigas, fortalecendo o aparato tecnológico já utilizado.
De acordo com o estudo, 2016 será marcado pelo começo da corrida do ouro para os consumidores da Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês). Fornecedores como Google, Amazon e Microsoft estão se alinhando para se tornarem os pontos de conexão entre os usuários e a IoT – o fornecedor será o intermediador de cada interação: pessoa com as máquinas e as tecnologias em torno do usuário. “A competição será principalmente para o desenvolvimento de casas inteligentes, pois esse é o primeiro lugar em que a internet das coisas se tornará realidade para os consumidores. O fornecedor que der a largada em 2016 irá arcar com o desafio da segurança, além de gerar um grande impacto na vida destes usuários”, aponta a companhia.
A segunda tendência é a ideia de uma abordagem 'mobile first' para os negócios, que foi um dos focos das organizações de TI em 2015. As equipes de desenvolvimento abraçarão novas e diferentes tecnologias móveis. Neste ano, é esperado que as empresas evoluam desse para uma abordagem multi-plataforma. “As organizações começam a perceber que o foco no celular por si só já não é suficiente. Em vez disso, a combinação de desktop, móvel e wearable são as novas exigências dos clientes”, prevê a Micro Focus
Em 2016, os times de desenvolvimento precisarão assegurar que todos os programas criados tenham uma boa performance em qualquer dispositivo. A necessidade de um padrão de privacidade global vai crescer. Essa é a terceira tendência do mercado. Atualmente, cada nação determina sua política de segurança, o que acarreta ainda mais dificuldade ao fazer negócios em diferentes mercados.
Um padrão internacional terá de ser desenvolvido para ajudar a resolver este problema e permitir que companhias possam competir globalmente. Além disso, um padrão global também ajudará as equipes de conformidade e segurança que, atualmente, têm de cumprir uma política diferente para cada país.


(Agência Gestão CT&I)